Qualquer coisa sem interesse e com data de validade
30/11/10
29/11/10
Houston we have a problem
A praga dos tempos modernos, da liberdade e da insatisfação permanente.
Some people:
"Eles têm tudo para estimular o interesse e manter acesa a chama da paixão mas, o problema é que muito raramente desejam construir uma relação estável. Alimentam-se das emoções, não conseguem solidificar sentimentos o que os impede de se ligarem afectivamente a alguém."
Some people:
"Eles têm tudo para estimular o interesse e manter acesa a chama da paixão mas, o problema é que muito raramente desejam construir uma relação estável. Alimentam-se das emoções, não conseguem solidificar sentimentos o que os impede de se ligarem afectivamente a alguém."
Everyone:
"As crises estão geralmente ligadas à perda de intensidade do sentimento amoroso. Há uma grande expectativa que o sentimento permaneça durante muito tempo na vida do casal. Quando a crise se instala, não aceitam a diferença do outro e não permitem a invasão. Uma das coisas que observo mais é o sentimento de desilusão. As pessoas não aceitam que o sofrimento possa fazer parte da evolução do amor."
Traste:
Traste:
"Profunda necessidade de estar sempre apaixonado. O amor é uma aventura que demanda sempre novos projectos, viagens, actividades, e o tédio e a rotina são sentidos como uma morte. Amar é viver, e o amor é sentido como algo leve, alegre, em que as liberdades individuais são respeitadas. Dificuldade em aceitar que nem sempre as coisas são tão "animadas" assim. Aprecia a sensação de conquista, de aventura e novidade. Gosta de desafios, da sensação de conquista, da adrenalina do primeiro beijo, daquele momento em que não sabemos se o outro irá nos corresponder ou não. Segurança demais, pode simplesmente enjoar e partir para outra."
Fui ao banco
A caminho do banco pensei sobre se os infiés falassem das suas tentações ao outro elemento do casal esse facto resolveria algo e evitaria situações fatais.
A desenvolver quando estiver mais compenetrada.
P.S. Desejo ardentemente um gravador de pensamentos, é que por vezes elaboramos um raciocínio bonito e estruturado, mas depois ou se varre a inspiração porque no momento não podemos redigi-lo ou ao escrevê-lo escapa sempre algo. Quantas vezes já estou na cama, a ver se durmo, e o cérebro inicia uma espiral de pensamentos interessantes, e penso, devia apontar isto porque sei que amanhã esfumou-se o rasgo de inteligência. Grrrr.
A desenvolver quando estiver mais compenetrada.
P.S. Desejo ardentemente um gravador de pensamentos, é que por vezes elaboramos um raciocínio bonito e estruturado, mas depois ou se varre a inspiração porque no momento não podemos redigi-lo ou ao escrevê-lo escapa sempre algo. Quantas vezes já estou na cama, a ver se durmo, e o cérebro inicia uma espiral de pensamentos interessantes, e penso, devia apontar isto porque sei que amanhã esfumou-se o rasgo de inteligência. Grrrr.
28/11/10
So clear
Neste preciso momento quase que desejo nunca mais estar contigo. Perdi a vontade. Mas tenho que dormir, e essa necessidade biológica vai estragar tudo. Maldito sono!
26/11/10
Não sei porque vou II
Fui, visitei o museu, foi apenas o tempo que me ofereceram. A viagem foi morna a dar para a seca. Tentei perceber o que se passa na cabeça do traste, mas dali veio pouco e muito recortado na verdade, I understand. Não queres chatices, nem trabalhos, nem complicações. Não me queres aproveitar, e essa atitude vindo de um gajo é desinteresse escrito em letras garrafais, delineadas com neon super fuorescente e aviso sonoro. Eu gosto de estar contigo porque gosto dos abraços, colo, carinho que peço e me dás. Mas tu não pedes nada, nem para beber um copo.
25/11/10
Não sei porque vou
Perguntas-me se ainda quero ir ao Porto depois de estarmos a falar pontualmente, depois de saberes que gostava de ir para visitar Serralves e a foz, e depois de avisares que vais, almoças, e voltas (2 horas). Acho que "queres" que vá para me esfregares na cara o teu desinteresse. Eu não devia ir, porque eu sugeri acompanhar-te para aproveitar e visitar lugares. A minha intenção era "usar-te" para passear. Agora és tu que me "usas" para apenas fazer companhia na viagem. I see dead people.
24/11/10
Sempre a mesma coisa: smelly
Lamento estar sempre a escrever sobre a mesma coisa, lamento abordar sempre as coisas menos boas que me acontecem. Queria escrever coisas inteligentes, divertidas, cheias de ironia, pim cham pum.
Sinto que esta re-aproximação está a dar as últimas. Ou se evolui ou nada. Ou amigos coloridos, tentativa de namorados ou amigos. Infelizmente não prevejo nenhuma, e para mim amizade é complicado. Ou seja, lá vamos nós à nossa vida e até daqui a um ano sem notícias.
Tenho vergonha de escrever isto, mas o facto de a astrologia achar que nós dificilmente teremos algo sólido e duradouro mata-me. Por tua causa, claro. Valha-nos o facto que astrologicamente, em termos de ramboia ninguém nos ganha, mas a ramboia é uma parte da vida, e esta é feita de tantas partes. Sinto-me mesmo triste, sinto-me mais uma na tua vida, e eu odeio não me sentir especial. Odeio verificar que não te sou assim tão importante. Odeio não receber o que desejo. Eu poderia arriscar, mas não creio que confie em ti.
Há alguma maneira que passar esta fase de desanimo, tristeza (fase que estará quase a começar) pela fase seguinte, a do sossego mental da solidão pacífica e tolerada?
"Eu quero alguém para combinar jantares e fins de semana". Pois é sabotador, querias tu (que inveja!), quer mais de metade dos que por este mundo andamos e quero eu. Realmente estes jogos não são para mim. Ao início penso que sim, que sou capaz de andar neste ran-ran uns tempos, tipo 3 meses. Ao fim do primeiro mês começo a querer, a desejar, algo que, supostamente, não está disponível. Ou até poderá estar, mas o medo da rejeição e perca é táo grande que me acobardo, calo-me, frusto-me e acidifico.
Triste vida. Solução: preciso de um part-time, mas depois ligo a televisão e vejo a crise...
Sinto que esta re-aproximação está a dar as últimas. Ou se evolui ou nada. Ou amigos coloridos, tentativa de namorados ou amigos. Infelizmente não prevejo nenhuma, e para mim amizade é complicado. Ou seja, lá vamos nós à nossa vida e até daqui a um ano sem notícias.
Tenho vergonha de escrever isto, mas o facto de a astrologia achar que nós dificilmente teremos algo sólido e duradouro mata-me. Por tua causa, claro. Valha-nos o facto que astrologicamente, em termos de ramboia ninguém nos ganha, mas a ramboia é uma parte da vida, e esta é feita de tantas partes. Sinto-me mesmo triste, sinto-me mais uma na tua vida, e eu odeio não me sentir especial. Odeio verificar que não te sou assim tão importante. Odeio não receber o que desejo. Eu poderia arriscar, mas não creio que confie em ti.
Há alguma maneira que passar esta fase de desanimo, tristeza (fase que estará quase a começar) pela fase seguinte, a do sossego mental da solidão pacífica e tolerada?
"Eu quero alguém para combinar jantares e fins de semana". Pois é sabotador, querias tu (que inveja!), quer mais de metade dos que por este mundo andamos e quero eu. Realmente estes jogos não são para mim. Ao início penso que sim, que sou capaz de andar neste ran-ran uns tempos, tipo 3 meses. Ao fim do primeiro mês começo a querer, a desejar, algo que, supostamente, não está disponível. Ou até poderá estar, mas o medo da rejeição e perca é táo grande que me acobardo, calo-me, frusto-me e acidifico.
Triste vida. Solução: preciso de um part-time, mas depois ligo a televisão e vejo a crise...
21/11/10
Isto não é masoquismo, é quase suícidio
20/11/10
Deixem-me continuar a negar
Que rasgo de lucidez cobarde. Não gosto, tragam-me nevoeiro, manobras de diversão e assobios. Quero viver na ilusão.
Sem passado não há futuro
A cada dia que passa materializa-se a evidência que não consigo ser tua amiga. Por isso sei que, apenas e só, quando esse dia chegar, poderemos tentar partilhar todo o nosso ser outra vez.
Por enquanto ainda há medo, vergonha alheia, insegurança. Terei de voltar a passar por coisas muito boas e más com outro homem (por favor, que seja um homem) para descolar os restos de algo que ainda trago em mim.
Voltar a ti é assumir uma série de riscos outra vez. Tal como acontece com todas as relações, mas nós já temos história. Alguém novo trás sempre uma esperança virgem, não há passado, só há futuro (por muito sangue frio e zero expectations).
Eu tenho um grande problema contigo, sinto-me à vontade para fazer e dizer coisas. És-me tão familiar que até arrepia, de medo. Estar contigo hoje é tão confortável como há dois anos atrás. Pensava que me serias estranho ao toque, ao cheiro, à envolvência, até às conversas, mas tudo se revelou natural, just like before.
Estou muito preocupada com o rumo das minhas acções, confesso que não sei que fazer, ou então faltam-me apenas forças-coragem para decidir. Confesso que pode ser mais fácil alguém decidir por nós, mesmo que fiquemos desfeitos. Já tivemos algo bom e bonito, o actual não é digno disso, não lhe chega aos calcanhares. Saber que se provou algo bom faz com que algo infimamente inferior seja ultrajante para o que podemos ser/fazer. Não gosto de ser/fazer/viver medíocre por opção.
Por enquanto ainda há medo, vergonha alheia, insegurança. Terei de voltar a passar por coisas muito boas e más com outro homem (por favor, que seja um homem) para descolar os restos de algo que ainda trago em mim.
Voltar a ti é assumir uma série de riscos outra vez. Tal como acontece com todas as relações, mas nós já temos história. Alguém novo trás sempre uma esperança virgem, não há passado, só há futuro (por muito sangue frio e zero expectations).
Eu tenho um grande problema contigo, sinto-me à vontade para fazer e dizer coisas. És-me tão familiar que até arrepia, de medo. Estar contigo hoje é tão confortável como há dois anos atrás. Pensava que me serias estranho ao toque, ao cheiro, à envolvência, até às conversas, mas tudo se revelou natural, just like before.
Estou muito preocupada com o rumo das minhas acções, confesso que não sei que fazer, ou então faltam-me apenas forças-coragem para decidir. Confesso que pode ser mais fácil alguém decidir por nós, mesmo que fiquemos desfeitos. Já tivemos algo bom e bonito, o actual não é digno disso, não lhe chega aos calcanhares. Saber que se provou algo bom faz com que algo infimamente inferior seja ultrajante para o que podemos ser/fazer. Não gosto de ser/fazer/viver medíocre por opção.
Fool me, fool me
3 situações:
Ando aqui consciente do final. É para aproveitar, para a ramboiada sem esperar nada. Mimos e carinhos quando dá jeito, mas sem exigências. Saímos? Não podes/queres? No problem, a minha vida é fantástica! Bora conhecer pessoas novas a todas as horas.
Assumo que quero aproveitar-te para algo mais que passar o tempo. Fala-se a sério, equacionam-se sentimentos e vontades. Arco com as conclusões. No matter what (nãoooooooooooooooo).
Alguém vai sair mal. Alguém vai pedir coisas que outro alguém não vai querer dar. Quem será? Quem?
Uma não-situação:
Eu bem quero desempenhar o papel de gaja moderna, que não se importa de andar a aproveitar a vida sem compromissos e sim com prazer. Engana-me que eu gosto. Eu sou de compromissos. Eu quero um amigo, um companheiro, um amante, quero tudo o que uma relação saudável pressupõe. Não quero o desgaste do será que me telefona, será que pensa em mim, será que se importa comigo, será que ainda não encontrou outra, será esta a última vez que nos vemos. Essas angústias matam qualquer tentativa de aproveitar a vida. Queria ser como tantas pessoas que tentam algo, por muito embrionário que seja o compromisso. Podem não ser nada o que a palavra namorados significa, mas a perfeição não existe.
Ando aqui consciente do final. É para aproveitar, para a ramboiada sem esperar nada. Mimos e carinhos quando dá jeito, mas sem exigências. Saímos? Não podes/queres? No problem, a minha vida é fantástica! Bora conhecer pessoas novas a todas as horas.
Assumo que quero aproveitar-te para algo mais que passar o tempo. Fala-se a sério, equacionam-se sentimentos e vontades. Arco com as conclusões. No matter what (nãoooooooooooooooo).
Alguém vai sair mal. Alguém vai pedir coisas que outro alguém não vai querer dar. Quem será? Quem?
Uma não-situação:
Eu bem quero desempenhar o papel de gaja moderna, que não se importa de andar a aproveitar a vida sem compromissos e sim com prazer. Engana-me que eu gosto. Eu sou de compromissos. Eu quero um amigo, um companheiro, um amante, quero tudo o que uma relação saudável pressupõe. Não quero o desgaste do será que me telefona, será que pensa em mim, será que se importa comigo, será que ainda não encontrou outra, será esta a última vez que nos vemos. Essas angústias matam qualquer tentativa de aproveitar a vida. Queria ser como tantas pessoas que tentam algo, por muito embrionário que seja o compromisso. Podem não ser nada o que a palavra namorados significa, mas a perfeição não existe.
Não esquecer que a tua atenção sobre a minha pessoa resulta de carências, tal como eu. As tuas carências provêm de algo mal sucedido (tampa) e vens curar as feridas quando te dá jeito. Eu prometi a mim mesma nunca mais deixar arrastar situações que me provocassem sofrimento apenas pelo medo do depois. Já o fiz, mas estou a fraquejar de novo.
18/11/10
Corta corta tesoura
Tenho tentado deixar crescer o cabelo. Nunca tive o cabelo comprido nem meio comprido, sempre esteve acima dos ombros. Não é fácil habituar-se ao novo comprimento, principalmente quando a qualidade da cabeleira é fraca. Para mim, a etiqueta de comprido começa quando todas as pontas do mesmo estão abaixo dos ombros. Eu estava quase lá, porém precisava de escadia-lo. Pode cortar dois dedos! Dois dedos, mas não dois dedos ao comprido senhora!! Aí vai disto evaristo, a poda de inverno! Ok, não há crise. A sensação até é boa, sinto-me mais leve. Mas para quem quer ter o cabelo comprido tem que se assegurar dos dedos e do escadiar.
16/11/10
Assim reza a história de uma masoquista assumida
Pensava que íamos sair sábado. Comecei a preparar-me. Depois disseste que já não estavas a contar sair. Domingo então.
Passavam as horas e não davas notícias sobre as horas. Semi-preparei-me. Tenho aqui uma pessoa e não me vou despachar dela. Já não conseguiste sair.
Segunda pergunto-te se à noite dava para estar um pouco contigo. Já tinhas algo combinado. Mas terça-feira sem falta.
Semi-preparei-me. Hoje estás acabado, semi-doente e tens que te levantar muito cedo para fazer 400km.
Quero estar contigo.
Não gostas de sair durante a semana. Eu acho limitativo, porque se no fim de semana não podemos, terei que esperar muitos dias. E nós não temos esses dias para jogar.
Não há qualquer tipo de compromisso entre nós, não somos namorados, nem começo de nada, nem amigos coloridos, nem amigos.
Tudo o que me apetece exigir fica sem efeito segundo as linhas anteriores. Mas penitencio-me por ficar calada e fico a pensar que tenho direito e que tu farias o mesmo.
Dizes que às vezes não falo muito. Já me conheces, não sei o espanto. Defendo-me.
Eu compreendo o teu cansaço. Se tivesse na tua situação provavelmente até me portava pior, mas como não sei quanto tempo esta aproximação vai durar, anseio por todas as possibilidades de te ter para mim.
Dizes que compensas quando puderes. Já ouvi esse poema, poucas vezes, mas fiquei a odiá-lo de tão falso que é.
Se eu lesse a primeira parte deste post em algum lado pensaria, sem hesitar, que ele não está interessado. Eu sei que não, mas eu tenho a triste necessidade de atingir o estado de rejeição evidente para desistir. Manias! Entretanto tento lidar com o sentimento que isto não vale a pena, com o interesse duvidoso que tens por mim (e eu por ti) e a frustração.
Bonita merdunça.
11/11/10
Brincar, mas q.b.
Este brincar a brincar de qualquer coisa está a dar cabo da minha tranquilidade. Ter noção que desta interacção não sai nada seria o suficiente para parar por aqui, mas não, aqui vai disto masoquismo. Saber que me vais magoar porque eu deixo é humilhante para mim. Pensar que ao longo da nossa vida vamos brincar muitas vezes para, basicamente, sair apenas com mais umas feridas é desolador. Juro que por vezes penso que o melhor é ficar solteira para sempre. Solteira de afectos.
11-11-09
Parece que após um ano este sítio continua a ser qualquer coisa sem interesse e com data de validade.
10/11/10
Estamos condenados (no way back)
Creio que o ser humano é um erro da natureza. Mais nenhum ser destrói e mata porque sim. Atacamos os restantes seres vivos, os recursos, o planeta em geral. Estamos a cavar a nossa própria sepultura (nada de novo). Para além disso, geneticamente não estaremos a matar-nos também? No dia de amanhã tenho um cancro, sou tratada, tenho filhos, final feliz. Eu e milhões de pessoas. Milhões de seres que sobrevivem. Milhares de genes alterados que são transmitidos aos descendentes.
Provavelmente estou errada. Não tenho nenhum estudioso da matéria por perto para tirar as minhas dúvidas.
Provavelmente estou errada. Não tenho nenhum estudioso da matéria por perto para tirar as minhas dúvidas.
09/11/10
Repete repete
A alma penada do traste regressou para me atormentar. Foi visitar outra casa assombrada, mas pelos vistos não gostou dos aposentos (eu já não dou por certo nem definitivo nada). Achou por bem re-re-visitar a velhinha, mas familiar, barraca e tirar-me o sossego. Este entra não-entra na minha vida anda a fazer mossa. Não sei o que quero, não sei o que queres. Mentira, sei que não quero jogos sujos e duplos, e sei que queres ramboiada. Ontem, por sms, disse que se pudesse pedia-te um abraço, ao que ripostaste com um seco "porque não?", mas acabou por ai a história.
O teu silêncio corroí-me (homens duma figa)!
Maldita varicela
Desanimada quanto ao desemprego. Desanimada com a falta de experiência. Triste com o vai e vem de algo a que, carinhosamente, denomino de varicela, muito.
A minha vontade de socializar é nula, pena é que tenho compromissos com pessoas. São levadas da breca as pessoas.
A minha vontade de socializar é nula, pena é que tenho compromissos com pessoas. São levadas da breca as pessoas.
08/11/10
Desejo de Natal e resto dos dias
Curso de Técnico Superior de Segurança e Higiene do Trabalho (CAP de Nível V);
Curso de Sistemas de Gestão da Qualidade e Ambiental - ISO 9001 e 14001;
Curso de Espanhol;
Curso de Formação de Formadores.
Pode vir o euromilhões.
Curso de Sistemas de Gestão da Qualidade e Ambiental - ISO 9001 e 14001;
Curso de Espanhol;
Curso de Formação de Formadores.
Pode vir o euromilhões.
Início da degradação
Começo a sentir a inercia e o comodismo dos desocupados. Change, where are you?
06/11/10
Este não-blog é como uma tese, 30% originalidade, 70% fontes
Coisas a não esquecer.
"Por vezes aparecem pessoas que nos vão envolvendo devagarinho, não sei se consciente ou inconscientemente, mas, como quem não quer a coisa, nos vão cozinhando em banho-maria, uma pitada de sal aqui, uma de pimenta ali, umas ervas ou especiarias acolá, e assim nos vão mantendo, sempre sem levantar fervura, nada explícito, nada concreto, só leves sugestões e ambiguidades, enquanto decidem se sim se sopas. E depois lá decidem e apagam o lume, e uma pessoa fica ali a boiar, mal passada, sem perceber muito bem o que aconteceu, que estava tão sossegadinha no seu canto, para que a foram desassossegar, duvidando de si, da sua lucidez, se terá interpretado mal, se era fantasia, se terá imaginado tudo, se era só coisa da sua cabeça. Depois, claro, é deixar arrefecer, voltar ao normal, temperatura ambiente, pois, sim, amigos como antes, reset, que afinal nem sequer há certezas que justifiquem mais explicações. A incomodar só fica mesmo a puta da dúvida: não era da minha cabeça, pois não?"
Stealed from: http://horas-perdidas.blogspot.com/
p.s. peço desculpa aos bloggers e a mim mesma pela fraca capacidade de criar.
"Por vezes aparecem pessoas que nos vão envolvendo devagarinho, não sei se consciente ou inconscientemente, mas, como quem não quer a coisa, nos vão cozinhando em banho-maria, uma pitada de sal aqui, uma de pimenta ali, umas ervas ou especiarias acolá, e assim nos vão mantendo, sempre sem levantar fervura, nada explícito, nada concreto, só leves sugestões e ambiguidades, enquanto decidem se sim se sopas. E depois lá decidem e apagam o lume, e uma pessoa fica ali a boiar, mal passada, sem perceber muito bem o que aconteceu, que estava tão sossegadinha no seu canto, para que a foram desassossegar, duvidando de si, da sua lucidez, se terá interpretado mal, se era fantasia, se terá imaginado tudo, se era só coisa da sua cabeça. Depois, claro, é deixar arrefecer, voltar ao normal, temperatura ambiente, pois, sim, amigos como antes, reset, que afinal nem sequer há certezas que justifiquem mais explicações. A incomodar só fica mesmo a puta da dúvida: não era da minha cabeça, pois não?"
Stealed from: http://horas-perdidas.blogspot.com/
p.s. peço desculpa aos bloggers e a mim mesma pela fraca capacidade de criar.
04/11/10
Para recordar
"Nada é para sempre. Nem nós mesmas somos para sempre. Mas enquanto vivemos e alimentamos essa bolha, esquecemo-nos, tantas vezes, de nos alimentar a nós. Foi o vosso caso. Alargaram o vosso limiar de dor numa relação a dois e aceitaram que ele vos fosse transformando, insidiosamente, numa outra pessoa. Indesculpável, para quem partilha paredes connosco e que, paulatinamente, vai deixando de gostar sem nunca manifestar grande coisa a respeito.
Porque há homens assim. Mergulhados em culpa cristã e viciados em palavras bonitas que embrulham quotidianos falsos. Mas eles não importam, minhas queridas. O que importa são vocês. Chorem, berrem, gritem, durmam, durmam muito. Morram, nasçam e voltem. Porque quando o fizerem, vão perceber que o mundo vai continuar a girar e nós vamos continuar aqui. A girar convosco também."
Porque há homens assim. Mergulhados em culpa cristã e viciados em palavras bonitas que embrulham quotidianos falsos. Mas eles não importam, minhas queridas. O que importa são vocês. Chorem, berrem, gritem, durmam, durmam muito. Morram, nasçam e voltem. Porque quando o fizerem, vão perceber que o mundo vai continuar a girar e nós vamos continuar aqui. A girar convosco também."
Excerto retirado de: http://cenasdegaja.blogs.sapo.pt/
03/11/10
Ver com a vontade
"Por vezes, em vez de vermos o que as pessoas realmente são, vemos aquilo que nós queremos que sejam."
Roubado de: http://lenfanterriblelx.blogspot.com/
Pois é, por muito que nos consideremos realistas e inteligentes muitas vezes vemos os outros, os que nos interessam, assim.
Roubado de: http://lenfanterriblelx.blogspot.com/
Pois é, por muito que nos consideremos realistas e inteligentes muitas vezes vemos os outros, os que nos interessam, assim.
02/11/10
Vantangens de ser saloia
Put your hands up for Lisboa!!
Adorei tudo!
Obrigada às companhias.
Esqueci-me da minha vida actual e fui feliz! Agora de volta a casa e recomeça o degredo. Bah!
Adorei tudo!
Obrigada às companhias.
Esqueci-me da minha vida actual e fui feliz! Agora de volta a casa e recomeça o degredo. Bah!
Infelizmente
"O despertar daquele primeiro amor, aquele que achamos ser o amor para a vida toda…
São tão bonitos os olhares e sorrisos trocados de quem não sabe muito bem o que está a fazer, de quem está a viver tudo pela primeira vez. É no fundo um amor tão inocente sem bagagem e inseguranças, sem comparações e medos por experiências passadas.
É de todo o mais puro que vão sentir, não o maior, nem o mais intenso ou verdadeiro (apesar de haver casos em que dura para toda uma vida, mas generalizando) é no entanto o despertar para um sentimento novo, para o palpitar do coração, os frios na barriga, os arrepios na espinha…"
Texto adaptado de aqui: http://confessionsfashiongirl.blogspot.com/
São tão bonitos os olhares e sorrisos trocados de quem não sabe muito bem o que está a fazer, de quem está a viver tudo pela primeira vez. É no fundo um amor tão inocente sem bagagem e inseguranças, sem comparações e medos por experiências passadas.
É de todo o mais puro que vão sentir, não o maior, nem o mais intenso ou verdadeiro (apesar de haver casos em que dura para toda uma vida, mas generalizando) é no entanto o despertar para um sentimento novo, para o palpitar do coração, os frios na barriga, os arrepios na espinha…"
Texto adaptado de aqui: http://confessionsfashiongirl.blogspot.com/
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