Sobre desgraças alheias, anónimas ou mediáticas:
Every little piece in your life
Will add up to one
Every little piece in your life
Will mean something to someone
Editors, "The Weight Of The World"
Qualquer coisa sem interesse e com data de validade
30/06/11
29/06/11
Estou viva, não se enganem
Ultimamente o meu telemóvel tem andado quase calado e por vezes pergunto-me se o mundo se está a esquecer da minha pessoa, ou então sou eu que inconscientemente me tenho afastado do mundo, será? Sei que quando ouço o som de mensagem (esse ruído sádico e delicioso, cheio de possibilidades) são apenas serviços que me querem vender, o mail tem andado down, até a pasta de spam! Não será de espantar visto que em 8h de labuta, o mais emocionante que fiz foi expulsar e falar com traças gigantes e um gafanhoto. Espero não me tornar num bicho do mato, daqueles que ninguém gosta, que tentam matar, fugir ou repelir.
28/06/11
Juro que sou uma optimista ingénua, apenas disfarço com uma dose de lamento repugnante
A propósito disto, http://altamente-ostensivo.blogspot.com/2011/06/bula.html, identifico-me com sendo alguém triste que utiliza o blog para se sentir melhor, logo quanto mais normal é a minha vida, menos escrevo. Desde que iniciei o muro das lamentações, nunca fiz tão poucos posts como em Maio e Junho de 2011. E porquê? Porque trabalho (temporariamente), e porque não é tão mau como isso*
Saúde (e dos que gosto), bem;
vida social, calma como de costume;
vida "amorosa", inexistente;
angústia em relação falta de emprego, perspectivas de fazer vida independente, partilhar vida com homem de bem, gozar a vida, ciclicamente adormecida.
* Este biscate de verão foi bom até agora, porque em Julho a única coisa que aqui vou escrever vai ser:
Estou a morrer de sono;
tenho sono;
quero dormir;
só quero dormir;
necessito urgentemente de dormir;
estou estafada;
estou podre;
este trabalho está a dar cabo da minha saúde;
tenho saudades dos meus amigos;
quero ter vida social;
só tenho trabalhado, desesperado por dormir, comer e pensar no fim do meu contrato para descansar;
Lá para Setembro, estarei de novo deprimida porque estarei de novo desempregada.
Saúde (e dos que gosto), bem;
vida social, calma como de costume;
vida "amorosa", inexistente;
angústia em relação falta de emprego, perspectivas de fazer vida independente, partilhar vida com homem de bem, gozar a vida, ciclicamente adormecida.
* Este biscate de verão foi bom até agora, porque em Julho a única coisa que aqui vou escrever vai ser:
Estou a morrer de sono;
tenho sono;
quero dormir;
só quero dormir;
necessito urgentemente de dormir;
estou estafada;
estou podre;
este trabalho está a dar cabo da minha saúde;
tenho saudades dos meus amigos;
quero ter vida social;
só tenho trabalhado, desesperado por dormir, comer e pensar no fim do meu contrato para descansar;
Lá para Setembro, estarei de novo deprimida porque estarei de novo desempregada.
27/06/11
Já mudava, não?
O erro repete-se, e eu aqui estou, a adiar o inevitável, pensando que se é para correr mal mais vale não ensaiar, porque cada vez que ensaio a coisa não sai bem. A minha curta visão não me deixa perceber que se tem que ensaiar vezes sem conta, enganar-me vezes sem conta, cair vezes sem conta antes que tudo corra bem. Burra!!
22/06/11
Estava ali um papel de 2010 e antes que se degrade decidi registá-lo em suporte electrónico
A blogosfera é boa, óptima, adoro. A blogosfera deixa-me apreensiva, triste, e às vezes depressiva. Tudo daquilo que fujo, o que evito, que tento ignorar e fazer de conta que não me atinge, está lá. Para o bem e para o mal.
Eu já arrumei conversas, fotografias, objectos e memórias, mas a blogosfera está constantemente a remeter-me para as experiências passadas. Today's case: alguém postou conversas de chat. Haveria tanto para dizer sobre isso, maldita internet. Esses excertos de diálogos relembram os inícios.
Os palpites, atirar barro à parede, as provocações, o flirt, as propostas da carne, as dúvidas, a esperança, o medo, as mentiras, os mal entendidos, as incógnitas. A fase do não sei bem o que quero, não sei se te quero, não sei se te conheço, não sei se te quero conhecer melhor, exigências e pedidos de definição de sentimentos e intenções.
O incerto das pessoas, da entrega, do visceral de voltar a amar no matter what, sofre um golpe. Quero amar e ser amada, mas não quero o sofrimento. Ops, não temos essa opção no menu, nem há restaurante no mundo que sirva amor sem sofrimento.
Gosto do jogo, mas em doses certas e não por muito tempo. O incerto, o não saber ao certo o que se passa na cabeça da outra pessoa é que dá adrenalina, põe a mente a mil, mas o stress que provoca é tolerado apenas por um determinado período de tempo. Hoje gosto de ti e digo-to, amanhã e depois dou-te o meu silêncio. Hoje desejo-te ardentemente, amanhã a amiga da prima é tão comestível. Hoje adoro o teu carinho e o apoio que me dás, amanhã não gosto da tua maneira de ser. Hoje acho que vale a pena dedicar-me apenas a ti, amanhã acho que não és a pessoa que procuro e se calhar é melhor ficar por aqui. Hoje amo-te eternamente, amanhã decido que não é bem assim. Fuck!
Eu gostava que os homens em geral, mas os que eu estivesse interessada em particular fossem como eu, que me meto numa alhada de cada vez. Mas não, nem interessados, nem gerais e nem as mulheres, eu sou um alien. Por estes medos todos, abri a mente aos seres mais velhos, agarrando-me à ideia que têm mais juízo, mais inteligência, que são mais sinceros, que sabem melhor o que querem, e jogam mais limpo. Claro que todas estas supostas vantagens, são no fundo uma desvantagem para mim, porque eu de vida organizada, estabilizada e experiência de vida como eles, na pas.
Conclusão 2011: para que serve esta ingenuidade se não usufruo dela? Como se conhecem pessoas? Como se cativam? Como se atrai gente boa? Como nos fazemos atractivos? Como nos fazemos atractivos às gentes de bem?
Como se colmata o facto de cronologicamente se ter idade para ser um adulto bem encaminhado na vida, e não se passa de uma jovem que acabou de sair da universidade? Assim só posso aspirar socializar com menores de 23, na melhor das hipóteses? Life is cruel!
Eu já arrumei conversas, fotografias, objectos e memórias, mas a blogosfera está constantemente a remeter-me para as experiências passadas. Today's case: alguém postou conversas de chat. Haveria tanto para dizer sobre isso, maldita internet. Esses excertos de diálogos relembram os inícios.
Os palpites, atirar barro à parede, as provocações, o flirt, as propostas da carne, as dúvidas, a esperança, o medo, as mentiras, os mal entendidos, as incógnitas. A fase do não sei bem o que quero, não sei se te quero, não sei se te conheço, não sei se te quero conhecer melhor, exigências e pedidos de definição de sentimentos e intenções.
O incerto das pessoas, da entrega, do visceral de voltar a amar no matter what, sofre um golpe. Quero amar e ser amada, mas não quero o sofrimento. Ops, não temos essa opção no menu, nem há restaurante no mundo que sirva amor sem sofrimento.
Gosto do jogo, mas em doses certas e não por muito tempo. O incerto, o não saber ao certo o que se passa na cabeça da outra pessoa é que dá adrenalina, põe a mente a mil, mas o stress que provoca é tolerado apenas por um determinado período de tempo. Hoje gosto de ti e digo-to, amanhã e depois dou-te o meu silêncio. Hoje desejo-te ardentemente, amanhã a amiga da prima é tão comestível. Hoje adoro o teu carinho e o apoio que me dás, amanhã não gosto da tua maneira de ser. Hoje acho que vale a pena dedicar-me apenas a ti, amanhã acho que não és a pessoa que procuro e se calhar é melhor ficar por aqui. Hoje amo-te eternamente, amanhã decido que não é bem assim. Fuck!
Eu gostava que os homens em geral, mas os que eu estivesse interessada em particular fossem como eu, que me meto numa alhada de cada vez. Mas não, nem interessados, nem gerais e nem as mulheres, eu sou um alien. Por estes medos todos, abri a mente aos seres mais velhos, agarrando-me à ideia que têm mais juízo, mais inteligência, que são mais sinceros, que sabem melhor o que querem, e jogam mais limpo. Claro que todas estas supostas vantagens, são no fundo uma desvantagem para mim, porque eu de vida organizada, estabilizada e experiência de vida como eles, na pas.
Conclusão 2011: para que serve esta ingenuidade se não usufruo dela? Como se conhecem pessoas? Como se cativam? Como se atrai gente boa? Como nos fazemos atractivos? Como nos fazemos atractivos às gentes de bem?
Como se colmata o facto de cronologicamente se ter idade para ser um adulto bem encaminhado na vida, e não se passa de uma jovem que acabou de sair da universidade? Assim só posso aspirar socializar com menores de 23, na melhor das hipóteses? Life is cruel!
Epá, o que me disseste ontem, apesar de nem levar a sério, deixou-me transtornada. Estou num estado anestesiado em relação à realidade e triste em relação ao futuro. Há pessoas que não merecem percorrer os nossos neurónios, não são dignos de nenhuma sinapse, mas estão lá esmagados num caminho neuronal de terra batida qualquer, como os pobres bichos que vemos nas estradas.
Ctrl c, ctrl v
"Há pessoas que querem afastar-se de algo mas quando dão por elas não só se aproximaram como estão enfiadas até ao pescoço no que queriam distância. Eu não. Viro costas e pedra no assunto.
Há pessoas que querem afastar-se de alguém mas quando dão por elas enchem-se de dúvidas de "ai o futuro que podia ter sido". Eu não. Aproximo-me mais ainda até confirmar os defeitos que não suporto e saio tranquila."
http://agenteprovocadora.blogspot.com/
Bem sei que as palavras mentem, e até as acções. Tento não me ficar pela literarlidade do que me dizem, relembrar que vai uma distância enorme daquilo que se sente (e pensa) daquilo que se verbaliza. Toda a gente sabe que a linguagem da emotividade passa pela linguagem corporal. Tudo isto é claro como a água quando estou confortável, lúcida, tranquila, mas no terreno, enganam-me com muita facilidade.
Quantas vezes já tropecei na mesma pedra? Quantas vezes não previ o que ia acontecer? Quantas vezes não percebi o que aquela pessoa queria? E no alto da minha maturidade (ui, já querias) e segurança (onde?), da minha clarividência da treta, acabo sempre por me magoar um bocadinho, desiludir-me mais uma vez (como te permito mais uma?), sentir-me desvalorizada. Mas algo sei, com toda a certeza, tudo isto é sobretudo minha culpa. Psicólogos, venham a mim.
Há pessoas que querem afastar-se de alguém mas quando dão por elas enchem-se de dúvidas de "ai o futuro que podia ter sido". Eu não. Aproximo-me mais ainda até confirmar os defeitos que não suporto e saio tranquila."
http://agenteprovocadora.blogspot.com/
Bem sei que as palavras mentem, e até as acções. Tento não me ficar pela literarlidade do que me dizem, relembrar que vai uma distância enorme daquilo que se sente (e pensa) daquilo que se verbaliza. Toda a gente sabe que a linguagem da emotividade passa pela linguagem corporal. Tudo isto é claro como a água quando estou confortável, lúcida, tranquila, mas no terreno, enganam-me com muita facilidade.
Quantas vezes já tropecei na mesma pedra? Quantas vezes não previ o que ia acontecer? Quantas vezes não percebi o que aquela pessoa queria? E no alto da minha maturidade (ui, já querias) e segurança (onde?), da minha clarividência da treta, acabo sempre por me magoar um bocadinho, desiludir-me mais uma vez (como te permito mais uma?), sentir-me desvalorizada. Mas algo sei, com toda a certeza, tudo isto é sobretudo minha culpa. Psicólogos, venham a mim.
20/06/11
Perdoai-me senhoras
Juro que não me saiu a carta de condução num pacote de nestum ou skip, até passei nos exames à primeira, mas sou um desastre da condução. Eu sou um exemplar feminino que contribui para a ideia que mulher ao volante perigo constante. Desculpem ...
Há quem tenha coisas para dizer, e certamente que não sou eu
"Os homens giros são convencidos. Os homens feios não têm auto-estima. Os homens bonzinhos são uma seca. Os homens mauzões não têm sentimentos. Os homens cultos são intelectuais demais. Os homens burros são... bom, são burros. Os homens práticos são desligados. Os homens sonhadores são umas meninas. Os homens que se focam na carreira não têm tempo para mais nada. Os homens que não têm carreira não têm grande interesse. Os homens frios não nos dão atenção suficiente. Os homens atenciosos são uns chatos. Os homens normais nunca têm paciência. Os homens que nos aturam tudo são mentalmente instáveis. Os homens do presente são uma dor de cabeça. Os homens do passado são uma dor ainda maior. Os homens sérios fazem-me fugir. Os homens divertidos têm sempre um monte de miúdas atrás. Os homens que têm miúdas atrás deles são sinónimo de chatice. Os homens que não têm miúdas nenhumas atrás são, no mínimo, estranhos. Os homens que não nos ligam de volta são uns sacanas. Os homens que nos ligam no minuto seguinte, e no outro, e no outro, são carentes. Os homens misteriosos dão connosco em doidas. Os homens simples não têm piada nenhuma. Ser solteira é tão cansativo que estou a pensar fazer um voto de celibato eterno."
http://tardesdechuvaechocolate.blogspot.com/
E no caso das mulheres também se aplica.
http://tardesdechuvaechocolate.blogspot.com/
E no caso das mulheres também se aplica.
17/06/11
Para mais tarde recordar
- Traste volta a atacar com a sua proposta de sexo casual, a qual eu até gostava de aproveitar, mas só se me apetecer muito, mesmo muito. Porém, quando tento provoca-lo não encontro o feedback que gostaria, ou seja, não deve estar muito preocupado, os recursos devem abundar.
- Biscate mostra sinais de simpatia pela minha pessoa. Intenções sem consequências, o habitual. Love you to!
- Formação começou, f-i-n-a-l-m-e-n-t-e!
- Trabalho temporário prestes a entrar em horários impossíveis de conciliar com formação se os colegas de trabalho (que não conheço, at all) não alinharem em escala especial para a menina. E quem sai a perder nos turnos sou eu, ok colegas que não conheço?
Isto é apenas um registo para recordar, porque não sei quando foi a última vez que "tantas" coisas surgiram ao mesmo tempo, e não sei quando voltarão a surgir. Crazy life ...
- Biscate mostra sinais de simpatia pela minha pessoa. Intenções sem consequências, o habitual. Love you to!
- Formação começou, f-i-n-a-l-m-e-n-t-e!
- Trabalho temporário prestes a entrar em horários impossíveis de conciliar com formação se os colegas de trabalho (que não conheço, at all) não alinharem em escala especial para a menina. E quem sai a perder nos turnos sou eu, ok colegas que não conheço?
Isto é apenas um registo para recordar, porque não sei quando foi a última vez que "tantas" coisas surgiram ao mesmo tempo, e não sei quando voltarão a surgir. Crazy life ...
15/06/11
Não quero ir trabalhar!!
Hoje vi esta bicha estacionada ao lado do meu posto de trabalho. Fiquei branca. Estou traumatizada. Não quero voltar, please. Ainda por cima aquilo está rodeado de ervas altas, não bejo nadaaaaaaaa!
14/06/11
12/06/11
09/06/11
Repetir cromos
Hoje senti uma vontade enorme de te voltar a assediar e poder sentar-me ai, no sofá vermelho. Gostava de te conhecer verdadeiramente e aí apaixonar-me ou desconstruir como penso que és. E eu penso que és muitas coisas boas. Expectativas infundadas bem sei.
08/06/11
Era giro
Blue Cassette
I found a tape in my back garden
A blue cassette covered in dirt
And through the dust the reels start turning
And played some memories stored in it
As I hear your voice
It sets my heart on fire
That with all the noise
It sets my heart on fire
And I can't stop the reels from turning
I can't stop the tape machine
As I hear your voice it sets my heart on fire
I found a place
I thought was stolen
A place that's built on noise and needs
And in my hand it spins so gently
Fills a void rewinding me
As I hear your voice
It sets my heart on fire
That with all the noise
It sets my heart on fire
And I can't stop the reels from turning
I can't stop the tape machine
As I hear your voice it sets my heart on fire
Lay back down I told myself
How could I ever forget you?
As I hear your voice
It sets my heart on fire
That with all the noise
It sets my heart on fire
And I can't stop the reels from turning
I can't stop the tape machine
As I hear your voice it sets my heart on fire
I found a tape in my back garden
A blue cassette covered in dirt
A blue cassette covered in dirt
And through the dust the reels start turning
And played some memories stored in it
As I hear your voice
It sets my heart on fire
That with all the noise
It sets my heart on fire
And I can't stop the reels from turning
I can't stop the tape machine
As I hear your voice it sets my heart on fire
I found a place
I thought was stolen
A place that's built on noise and needs
And in my hand it spins so gently
Fills a void rewinding me
As I hear your voice
It sets my heart on fire
That with all the noise
It sets my heart on fire
And I can't stop the reels from turning
I can't stop the tape machine
As I hear your voice it sets my heart on fire
Lay back down I told myself
How could I ever forget you?
As I hear your voice
It sets my heart on fire
That with all the noise
It sets my heart on fire
And I can't stop the reels from turning
I can't stop the tape machine
As I hear your voice it sets my heart on fire
I found a tape in my back garden
A blue cassette covered in dirt
05/06/11
Encontro-me profundamente frustrada, estando mesmo a bater o pé, a fazer birra, a chorar aos berros e a dar pontapés
Estou triste com portugal (sim, portugal),
com os portugueses (sim, eu faço parte do conjunto de portugueses que não contribui para coisas boas, excepto no sentido de voto, almas de deus),
comigo mesma,
com o meu trabalho temporário,
com a formação que não começa,
com a formação que ameaça começar quando entro em horários impossíveis ficando dependente da boa vontade de desconhecidos para a frequentar,
com as pessoas que trabalham (invejosa),
com as pessoas que vêm o seu caminho para o seu objectivo.
Sei lá, estou cega de desilusão com o meu mundo particular.
Ah, e não me posso esquecer que estou super lixada com a montanha de louça malcheirosa que se acumulou no lava-louça porque não se lava sozinha. Sim louça, especialmente para ti, vai-te foder!
Ah 2, e se o pudim que acabei de comer me der diarreia, também quero que se foda.
com os portugueses (sim, eu faço parte do conjunto de portugueses que não contribui para coisas boas, excepto no sentido de voto, almas de deus),
comigo mesma,
com o meu trabalho temporário,
com a formação que não começa,
com a formação que ameaça começar quando entro em horários impossíveis ficando dependente da boa vontade de desconhecidos para a frequentar,
com as pessoas que trabalham (invejosa),
com as pessoas que vêm o seu caminho para o seu objectivo.
Sei lá, estou cega de desilusão com o meu mundo particular.
Ah, e não me posso esquecer que estou super lixada com a montanha de louça malcheirosa que se acumulou no lava-louça porque não se lava sozinha. Sim louça, especialmente para ti, vai-te foder!
Ah 2, e se o pudim que acabei de comer me der diarreia, também quero que se foda.
03/06/11
As alegrias da ignorância
I'm in love with Blanco!
Era ter meia dúzia de tostões a cair na conta certinhos todos os meses e passava um mês a pão e água só para me dedicar ao consumismo do demo.
Era ter meia dúzia de tostões a cair na conta certinhos todos os meses e passava um mês a pão e água só para me dedicar ao consumismo do demo.
02/06/11
Maravilhas dos trabalhos temporários
Este biscate sazonal tem duas fases distintas, uma é melhor que ser funcionário público (i swear), e a outra que decorre no verão oficial é de cortar os pulsos em questão de horários (fomos feitos para dormir de noite, não para estarmos despertos toda a santa noite). Agora é que vou aprender a fazer sacrifícios a sério, podendo assim abanar legitimamente a bandeirola do "tu sabes lá o que é sofrer por causa do trabalho".
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