Dormir na mesma cama com um gajo que até estás interessada e o estúpido ignorar o teu corpo, dolorosamente, para o teu próprio ego claro.
Esta situação deprimente está ao meu alcance, basta eu querer e ter coragem para sofrer esta humilhação. Alguém se submeteria a tal vergonha voluntariamente? Eu tenho uma grande masoquista dentro de mim, disfarçada de corajosa, que me diz: claro que vais, tu és forte, uma gaja tem de passar por todas as situações, é o melhor que fazes, quanto mais depressa sentires rejeição mais cedo desligas o interruptor das expectativas infundadas em relação a esse gajo.
I'm sad.
O celibato não me larga, o flirt não me assiste, a paixão embarcou numa missão espacial de muitos anos e o amor, o amor já todos sabemos, morreu e já não existe.
Qualquer coisa sem interesse e com data de validade
24/07/14
19/07/14
So typical
Tal como no ano passado, em Julho, pouca coisa me motiva tanto para escrever neste cantinho como uma situação que se repete, conhecer gajos pela primeira vez numa capital europeia onde vou sozinha pela primeira vez. Lindo.
O outro sempre parecia ser mais certinho, já este posso fazer uma lista imensa de incompatibilidades.
Mas este sentimento de angústia é ridículo. Eu mal conheço as pessoas e já começo a sofrer pelo nada. Sim, porque não se passa absolutamente nada. Então se não se passa nada e me sinto assim, que se passa aqui? Passa-se que, por muito que negue, sou uma débil, frágil, sonhadora, carente, solitária frustrada, uma menina resumindo. Sou uma viciada em atenção, isso reflecte o meu estado de tristeza por não receber uma mensagem depois de um encontro, por ver que o outro continua a sua vida e não pensa em mim, quando eu, patologicamente, aposto sempre nas pessoas porque para mim os inícios nunca são brilhantes.
O outro sempre parecia ser mais certinho, já este posso fazer uma lista imensa de incompatibilidades.
Mas este sentimento de angústia é ridículo. Eu mal conheço as pessoas e já começo a sofrer pelo nada. Sim, porque não se passa absolutamente nada. Então se não se passa nada e me sinto assim, que se passa aqui? Passa-se que, por muito que negue, sou uma débil, frágil, sonhadora, carente, solitária frustrada, uma menina resumindo. Sou uma viciada em atenção, isso reflecte o meu estado de tristeza por não receber uma mensagem depois de um encontro, por ver que o outro continua a sua vida e não pensa em mim, quando eu, patologicamente, aposto sempre nas pessoas porque para mim os inícios nunca são brilhantes.
07/07/14
Bela merda
Voltar é que é a grande merda. O regresso é a constatação de não ter amigos, não ter vida social e a room mate don't give a fuck about you, mesmo quando eu me interessei bastante pela sua visita Portugal. Há dias em que não é bom ser eu.
05/07/14
Claro, tinha que ser
Andei 8 meses sem depilar as axilas com a máquina, hoje mentalizo-me que tem que ser, amanhã é um casamento importante, tem que ser. Resultado, tenho as axilas tipo queimadas, vermelhas como o raio.
Mas que aconteceu, a cera estava quente?
Qual cera? Foi com uma máquina de arrancar pêlos, aquela puta!
Isto está uma desgraça, mais valia estar cheia de pêlos, era menos feio.
Mas amanhã já passa. Não passa não que isto já me aconteceu antes e agora isto vai evoluir como uma queimadura/ferida, vais ficar uma crosta . Já pus benpanthene, mas isto só daqui a uma semana é que está melhor.
Mas o pior de tudo, é que a noiva lembrou-se de fazer uma coreografia especial, e levantar os braços é um dos passos principais e parece que só eu e outra amiga é que a aprendemos, ou seja, somos nós que vamos ficar á frente do grupo. Que vergonha! Eu já devo nada á beleza, mas com uns sovacos vermelhos, aposto que desencalho.
Valha-me deus.
Mas que aconteceu, a cera estava quente?
Qual cera? Foi com uma máquina de arrancar pêlos, aquela puta!
Isto está uma desgraça, mais valia estar cheia de pêlos, era menos feio.
Mas amanhã já passa. Não passa não que isto já me aconteceu antes e agora isto vai evoluir como uma queimadura/ferida, vais ficar uma crosta . Já pus benpanthene, mas isto só daqui a uma semana é que está melhor.
Mas o pior de tudo, é que a noiva lembrou-se de fazer uma coreografia especial, e levantar os braços é um dos passos principais e parece que só eu e outra amiga é que a aprendemos, ou seja, somos nós que vamos ficar á frente do grupo. Que vergonha! Eu já devo nada á beleza, mas com uns sovacos vermelhos, aposto que desencalho.
Valha-me deus.
02/07/14
Ontem à noite pensei como era extraordinário o facto de na noite a seguir me ir deitar noutra cama, na minha. Também pensei muito nisso no ano passado quando regressei em Setembro. Tão longe, tão perto. Depois de me levantar às 4:45h, rer, metro, autocarro, avião, metro e comboio, cheguei à terrinha para domingo ir embora. Só mesmo um acontecimento muito importante como o casamento de uma grande amiga (ou claro, quando algo está muito mal) me faria vir. Vir é muito giro, a nossa casa espera-nos, os pais, os amigos, a nossa cidade, o nosso carro, o familiar e conhecido. Mas e partir? Essa é a razão pela qual, na minha opinião, por vezes é melhor não regressar por uns míseros dias. O sofrimento de partir é mais difícil de ultrapassar que um dia mau lá longe.
Prontos, venha de lá mas é o calor no sábado, isso é que interessa.
Prontos, venha de lá mas é o calor no sábado, isso é que interessa.
Subscrever:
Comentários (Atom)