Ontem à noite pensei como era extraordinário o facto de na noite a seguir me ir deitar noutra cama, na minha. Também pensei muito nisso no ano passado quando regressei em Setembro. Tão longe, tão perto. Depois de me levantar às 4:45h, rer, metro, autocarro, avião, metro e comboio, cheguei à terrinha para domingo ir embora. Só mesmo um acontecimento muito importante como o casamento de uma grande amiga (ou claro, quando algo está muito mal) me faria vir. Vir é muito giro, a nossa casa espera-nos, os pais, os amigos, a nossa cidade, o nosso carro, o familiar e conhecido. Mas e partir? Essa é a razão pela qual, na minha opinião, por vezes é melhor não regressar por uns míseros dias. O sofrimento de partir é mais difícil de ultrapassar que um dia mau lá longe.
Prontos, venha de lá mas é o calor no sábado, isso é que interessa.
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