Qualquer coisa sem interesse e com data de validade

27/02/11

Longe da internet por uns dias, nem sabes o bem que te fazia

Quando os dias são cheios de coisas não familiares mas agradáveis fora de nossa casa, a importância do cyber espaço é reduzido a quase nada.

Pensamento de sexta à noite

Ressonadores deste planeta, estais condenados a ir para o inferno, suas bestas inocentes. Eu também lá estarei caidinha por vos desejar a morte em pensamento enquanto passo a noite TODA acordada pela vossa sinfonia diabólica.

P.S. Cum catano, tive um fim de semana óptimo, acolhida por pessoas que gosto e que são formidáveis comigo, e consigo reduzir tudo a um ressonar. O ressonar em comparação com a dor de dente que me acompanha há alguns dias não é nada (porra, acabei de o fazer outra vez).
Enfim, oralmente, quando partilhar estes dias numa conversa de café só conto o resto, as usual.

24/02/11

Eu vivo numa aldeia, os aglomerados populacionais fascinam-me e assustam-me de igual modo

Mexico City, Mexico. Photograph by Pablo López Luz

Admiração alheia, vergonha própria

Quando for grande quero ser assim http://quadripolaridades2.blogspot.com/2011/02/conta-me-historias-daquilo-que-eu-nao.html

Como já não é possível, vou ali chorar baixinho na almofada, coberta pelo lençol, cobertor e edredão até criar um ambiente de estufa impossível de respirar. Depois adormecerei, e quando acordar vou estar bem, tipo tábua rasa, em que acredito que tudo pode acontecer. Dormir é remédio santo, das melhores curas que se inventaram.

23/02/11

Mártir (faz de conta)

Eu quero um trabalho.
Eu quero um trabalho com fins de semana livres.
Eu quero um trabalho que dure o suficiente para sentir alguma segurança.
Eu quero um trabalho que dure o suficiente para marcar férias.
Eu quero um trabalho que dure o suficiente para marcar férias com outras pessoas.
Eu tenho inveja do pessoal que aproveita os fins de semana e férias para passear.
Eu queria ter amigos disponíveis para passear (queridos pais, vocês criaram uma frustrada das viagens).
Eu tenho inveja das pessoas que passeiam e viajam frequentemente.
Eu tenho inveja dos namorados amigos e dos desconhecidos em geral que passeiam e viajam frequentemente.
Eu quero um ser disponível para combinar passeios.
Eu quero um companheiro para várias coisas.

Eu queria muita coisa, entre elas, cojones para viajar sozinha, e assim não estar dependente de ninguém.
Dinheiro para viajar e ficar a pernoitar? Dava jeito.
E juízo para não me queixar? Isso é que era.

20/02/11

Digno de registo? 50%

Desde quinta à noite que o meu intestino trata de expulsar a comidinha de forma desagradável, ou seja, ando mal nutrida, desidratada e derreada. Formação para possível trabalho temporário (complexo e de muita responsabilidade) comeu-me muitas horas de sono devido à ansiedade. Avó de Amiga internada com complicações cardíacas, e o pai vai ser operado de urgência à coluna vertebral. Coisas positivas?
Amigos anunciam casamento (senti alegria, emoção e inbbbeja).
Life is crazy! Quando começamos a escorregar para o "eu sou o centro do universo, ai a minha vidinha", lá vem o belo do par de estalos para baixarmos a bolinha.
Sim sr Universo!!!
Ás suas ordens sr Universo!!

19/02/11

Posta

18ºC/3ºC e sol? Bom, não é? Devia ser, mas sem planos ou companhia é mais um dia cinzento.

14/02/11

Vamos festejar o amor

Obrigada meu doce fujitso siemens por sobreviveres a horas infinitas ligado, tu sim és um querido.

12/02/11

Keep trying, keep believing

O começo. A descoberta. As dúvidas. As expectativas. A química. O jogo que corre bem. O entendimento. A proximidade. As saudades. A paixão. Provavelmente sou uma pessoa amargurada e a caminho do trauma, mas quando me contam ou leio as felicidades de uma relação recente não consigo evitar o pensamento fugaz, "não começam sempre bem? E depois é a merda que se conhece". Não é saudável pensar assim. Juro que sou uma ingénua e quero tanto amar e ser amada como todos, prova disso é que fico triste, desiludida e assustada com o fim da relação dos outros, mesmo que  nem os conheça. Todos somos pessoas super especiais, carinhosas, disponíveis, amigas, de confiança. Todos somos a perfeição naquele momento. Depois a vida trata que voltemos à realidade. E a realidade é, somos humanos e estamos sempre a falhar.
É por isso que ser desta raça é uma bela porcaria, porque sabemos que erramos, vamos errar, vamos sofrer, vamos fazer sofrer. Compreendemos isso, prevemos isso, mas a dor é sempre muita. Eu acho que a racionalidade que nos caracteriza é um fardo que nos vai levar à extinção. Como querem que sejamos uns seres simples e felizes se sabemos que vamos morrer? Ter noção do fim da nossa existência é cruel. Que raio de deuses foram esses para nos criarem assim? Uns grandes filhos da puta, os maganos.
OK, criaram a resiliência, agarremo-nos a ela então.
Bah! Vou mas é descascar batatas para o jantar.

11/02/11

Eu vou?

Censos 2011, eu vou. Mas não queria. É que não queria mesmo.
Emprego, mostra-te antes se faz favor.


Up-date 1/03: nunca subestimar o poder dos pensamentos, já todos devíamos saber isso. Não queria, mas depois já era o que mais queria, no fim fiquei suplente. Cometeram um grande erro, eu seria boa recenseadora.

Los amo



Esta secção é para delirar.

10/02/11

A minha vida parou por instantes (mentira, já estava parada)

Hoje é, provavelmente, o dia mais marcante da minha co-existência com este sítio, encontrei um cabelo branco. Estou cres-ve-cido-lha-ta.

06/02/11

Esteve um fim de semana realmente luminoso

Fim de semana desolador.
Sábado começa normalzinho, vejo The Pursuit of Happyness e vou deprimindo, desmarco-me do café que eu mesma combinei com os amigos, de tão anti social que me sentia (devia ter ido, eu sei). Pergunto ao pessoal do café se domingo à tarde alguém quer ir aproveitar o sol, parece que não (cheiro mal). Mando mensagem a uma amiga para ir dar uma volta no domingo à tarde, aceite. Outra amiga partilha bomba: ex-namorado (rato) vai ser pai.
Domingo acordo ainda um pouco anti social, tenho duas mensagens da amiga do passeio: estou pronta, vamos?; afinal tenho que ir visitar uma tia. FFFFUUUCCCKKKK! Fui sozinha, apanhei sol tipo lagarto com música nos ouvidos. Ponho-me a ver The Boy in the Striped Pyjamas. Jesus christ!! Eu não posso ver estas coisas, morro sempre um bocadinho. Ligo-me à net, e mesmo sem facebook, há sinais de vida de duas almas penadas que, apesar do tempo passado, ainda me desassossegam de quando em vez (fico afectada com cada merdinha, fuck me). Que mais vai acontecer para começar a bater com a cabeça na parede em modo de embalar?
Do resto está tudo bem/igual, o que já é bom, há vidas bem piores (tento relativizar, aplicar o que se vai lendo e que acho positivo).

Não há coincidências?

Há, há. Algumas são doces e deixam um sorriso na boca ou na alma, outras são fodidas como tudo. Mas não passam de acontecimentos curiosos, que nos deixam a pensar se não estará tudo ligado. Definitivamente há coincidências, e não passam disso.

05/02/11

A propósito de um documentário na rtp 2

O que te dá mais prazer?
O que me dá mais prazer são os momentos de comunhão intensa com as pessoas que gosto. Rir até chorar e doer a barriga com os amigos, fazer algo novo com a família, sexo com o companheiro sentimental, partilhar um momento excitante com alguém. Esta é uma resposta abrangente, se tivesse que dizer algo específico não saberia responder. O que não é de estranhar vindo de alguém que nem sabe o que quer fazer na vida, quanto mais o que lhe dá mais prazer.
Recordando alguns dos últimos prazeres: belo jantar de amigos, passeio em Lisboa com amigas, o belo do sexo anual, correr para me abrigar da chuva torrencial que caia e não conseguir para de rir porque o resto de amigos que corriam comigo também se riam (que tamanha molha).

04/02/11

A pressão da sociedade perturba os fracos

Ultimamente sou capaz de passar uma quantidade obscena de tempo a ver vídeos de maquilhagem. Estranho, visto que não o faço, e tenho apenas três ou quatro produtos (baratos). Hoje re-descobri que o melhor verniz que tenho, de 4, é um que foi comprado no chinês, homogeneidade à primeira pincelada.

Posta


14ºC de máxima? Mas estamos a brincar ao verão?

02/02/11

I must confess

Viver na ignorância traz felicidade, por isso, redes sociais, no more. Pois, há quem não tenha estrutura para lidar com o indesejável, mas se há maneiras de o fazer, há que aproveitar.

Paranoías dos tempos modernos

Sonho (acordada) que "algo" está infiltrado no meu computador.