Não há melhor forma de reduzir o número de mensagens recebidas no telemóvel (a zero) do que dizer não á pila de alguém.
E esta sábia frase é verdadeiramente triste e ridícula, porque:
- gajos interessados em mim: 0
- Amigos(as) interessados(as) em mim: 0
Sóides todos uns inbejozos desta minha personalidade esmagadoramente espetacular.
Qualquer coisa sem interesse e com data de validade
21/02/14
14/02/14
07/02/14
Miragens
Never [3x]
You lift my heart up when the rest of me is down (never)
You, you enchant me even when you're not around (never)
If there are boundaries, I will try to knock them down (never)
I’m latching on, babe, now I know what I have found (never)
I feel we're close enough
I wanna lock in your love
I think we’re close enough
Could I lock in your love, baby?
Now I got you in my space
I won’t let go of you (never)
Got you shackled in my embrace
I’m latching on to you (never)
(2x)
I’m so encaptured, got me wrapped up in your touch (never)
Feel so enamored, hold me tight within your clutch (never)
How do you do it, you got me losing every breath (never)
What did you give me to make my heart beat out my chest (never)
I feel we're close enough
I wanna lock in your love
I think we’re close enough
Could I lock in your love, baby?
2x
Now I got you in my space
I won’t let go of you (never)
Got you shackled in my embrace
I’m latching on to you (never)
2x
Latching on to you
I won’t let go of you (never)
Latching on to you
I won’t let go of you
(Never let go, never let go)
Deixa-me aproveitar a internet
Esta canção é uma pérola, é linda, espetacular, uma das melhores dos últimos anos. Amo-a, dá arrepios, faz sonhar, faz fantasiar, é única.
Por isso quando a ouço a ser utilizada para campanhas publicitarias é doloroso. Há uns tempos atrás ouvi-a no congresso do cds-pp, até tive um mini ataque cardíaco de infelicidade e choque. Deveria ser proibido utilizar esta música para coisas assim de mundanas.
Por isso quando a ouço a ser utilizada para campanhas publicitarias é doloroso. Há uns tempos atrás ouvi-a no congresso do cds-pp, até tive um mini ataque cardíaco de infelicidade e choque. Deveria ser proibido utilizar esta música para coisas assim de mundanas.
Medo
Não tarda muito e vou-me outra vez, desta vez para algo com um contrato.
Eu e o desconhecido não nos damos bem. O desconhecido não me inspira oportunidades, inspira-me terror. Uma ansiedade, nervosismo, stress, medo têm-se apoderado de mim, e não irei embora sem chorar como uma criança, mas por enquanto apenas uma visita do período antes do tempo, uma versão adulta de um voltar a fazer xixi na cama infantil.
Neste momento ainda não me atormenta o facto de se vou conseguir falar as línguas que me pedem, se vou alcançar os objectivos comerciais, se vou ser uma boa profissional. De momento sou estou focada na pesadelo, sim já decidi que vai ser um pesadelo, que vai ser dividir quarto com desconhecidos e casa com outros tantos. Já desesperei pela falta de espaço e intimidade, pelas noites mal dormidas por estar rodeada de pessoas que ressonam, que fazem a festa todos os dias até ás 3 da manhã e pelas outras que fazem batidos na liquidificadora ás 6 da manha para o pequeno almoço. Também já me enfureci pela comida que me vão roubar, pela louça que ninguém lava e pela casa de banho constantemente ocupada. Já me aborreci pelo tempo que vou demorar em transportes, pela distância ao super mercado mais próximo e pela ausência de internet 24 horas disponível. Já chorei pela solidão que vou sentir, pela falta de apoio e pela perda lenta mas constante dos amigos que não se lembram de mim.
Bem, o argumento está bem encaminhado, o cenário está montado e os papeis já foram distribuídos, só falta saber como será o final, espero que seja final feliz.
Não quero ir, já o disse algumas vezes, mas vou, claro.
Eu queria ser feliz, mas o meu país não me deixou (esta é a única frase deste post que não é escrita com real sofrimento).
Eu e o desconhecido não nos damos bem. O desconhecido não me inspira oportunidades, inspira-me terror. Uma ansiedade, nervosismo, stress, medo têm-se apoderado de mim, e não irei embora sem chorar como uma criança, mas por enquanto apenas uma visita do período antes do tempo, uma versão adulta de um voltar a fazer xixi na cama infantil.
Neste momento ainda não me atormenta o facto de se vou conseguir falar as línguas que me pedem, se vou alcançar os objectivos comerciais, se vou ser uma boa profissional. De momento sou estou focada na pesadelo, sim já decidi que vai ser um pesadelo, que vai ser dividir quarto com desconhecidos e casa com outros tantos. Já desesperei pela falta de espaço e intimidade, pelas noites mal dormidas por estar rodeada de pessoas que ressonam, que fazem a festa todos os dias até ás 3 da manhã e pelas outras que fazem batidos na liquidificadora ás 6 da manha para o pequeno almoço. Também já me enfureci pela comida que me vão roubar, pela louça que ninguém lava e pela casa de banho constantemente ocupada. Já me aborreci pelo tempo que vou demorar em transportes, pela distância ao super mercado mais próximo e pela ausência de internet 24 horas disponível. Já chorei pela solidão que vou sentir, pela falta de apoio e pela perda lenta mas constante dos amigos que não se lembram de mim.
Bem, o argumento está bem encaminhado, o cenário está montado e os papeis já foram distribuídos, só falta saber como será o final, espero que seja final feliz.
Não quero ir, já o disse algumas vezes, mas vou, claro.
Eu queria ser feliz, mas o meu país não me deixou (esta é a única frase deste post que não é escrita com real sofrimento).
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