O que destrói a criatividade é o senso do ridículo. (Confúcio)
A sociedade em que vivemos até pode ser acusada de nos tentar “cortar as asas” mas os maiores responsáveis por todos os preconceitos e inibições que possuímos somos nós mesmos. Deixamo-nos levar pelas regras de uma sociedade que, supostamente, deveria aceitar as diferentes maneiras de pensar e de ser, mas não é bem assim e por isso, nós temos medo da diferença. É assim que vamos apagando todas as características que nos tornam singulares, únicos, para que nos consigamos inserir numa sociedade que, se for preciso, somos os primeiros a criticar.
A sociedade diz que a partir de determinada idade deveríamos casar e constituir família… mas se não é isso que quer porque raio é que o deve fazer?!
A sociedade diz que o melhor é escolher um caminho profissional que seja seguro e lhe dê dinheiro, mas e onde ficam os sonhos? Será que não é possível conciliar as duas coisas? Claro que sim!
O Ás de Paus vem falar dessa explosão de energia e criatividade capazes de derrubar todos os muros e encontrar novos caminhos para atingir a meta.
Esvazie a sua mente e deixe-a viajar, idealizar e encontrar novas soluções nunca antes pensadas. Por muito que lhe possam parecer absurdas porque é que não deve explorá-las?
O mesmo pode ser dito no que toca ao amor. Sabe aquela surpresa que sempre teve vontade de fazer mas achava ridícula? Faça-a!
Palavrinhas doces para os meus ouvidos mas quase indiferentes para as minhas acções.
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