Qualquer coisa sem interesse e com data de validade
22/02/10
Epá
Ladrón!
"Ontem os amigos foram todos dançar e ela ficou ao balcão do bar. Pediu mais um vodka com laranja. Ele também ficou. Pediu mais uma cerveja. Já tinham trocado alguns olhares mais doces durante o jantar que reunia os ex-colegas de liceu e, por isso, aquele posicionamento estratégico não era mais do que o passo final para dormirem juntos. Afinal, na conversa regada pelo bacalhau e pelas garrafas de alentejano, ambos se tinham apercebido da disponibilidade do outro. Divorciados e com filhos, portanto, disponíveis e preparados para não perder uma oportunidade.
Há sempre duas perguntas que um homem faz quando acorda de manhã numa cama com uma novidade: E agora? E depois? São as respostas a essas perguntas que o fazem sair de fininho ou então tentar abraçá-la para tentar mais uma sessão de sexo. E para ele, que costuma gostar mais do sexo fresco matinal do que do cansado sexo nocturno, há que responder imediatamente às questões que se impõem. E agora? Agora fica. E depois? Depois logo se vê.
Há sempre duas perguntas que uma mulher faz quando acorda de manhã numa cama com uma novidade: E depois? E agora? São as respostas que a fazem sair de fininho ou então beijá-lo para tentar mais uma sessão de sexo. E para ela, que costuma gostar mais do calculado sexo matinal do que do desesperado sexo nocturno, há que responder imediatamente às questões que se impõem. E depois? Depois quer continuar a sair com ele. E agora? Agora logo se vê."
http://naocompreendoasmulheres.blogspot.com/
"Queria sentir a tua respiração, o teu cheiro, o teu calor, ali perto de mim numa constante que por si só seria suficiente para me completar e envolver, onde me perderia sem rumo, sem o desejo de voltar, o qual se perderia para sempre da minha vontade cujos elementos se estilhaçariam em mil bocados, sendo que cada um deles mais não seria que todos os poros do meu corpo já de si diluído no teu, sem principio, sem fim, num sentido sem sentido, imersos em si mesmos, numa promessa eterna onde o ser mais não seria que uma mera lembrança distante da qual nos afastaríamos, conjugando um único singular a partir de um plural, numa chama única que crepita e ondula ao sabor dos meus sonhos ou tão simplesmente do que poderia ser o nosso encontro que não é promessa, a não ser num futuro que tarda em chegar e que cada vez vejo como mais distante e menos real… "
http://lenfanterriblelx.blogspot.com/
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