- Par de cornos, dizer e ouvir para sempre (no more), lá no fundo sou uma romântica (cuidadosa, de pé atrás e muito desconfiada) e sonho que os braços que me abraçam se acostumem à forma do meu corpo, nunca ser o caso ou a outra quando já existe A outra.
- Desconfiar, desilusão atrás de desilusão, zona de conforto, a verdade é que eu não quero ter um rabo duro para que um trambolhão não doa tanto, porque todos sabemos que não é aí que dói.
- A grande maioria das relações não funciona, sabemos à partida que o mais certo é que não funcione... os números quer sejam eles reais ou empíricos dizem-os isso em jeito de estalada na cara, Mas a verdade é que me é impossível não pensar “e se?”, vale a pena continuar a tentar mesmo que nos fuja a coragem e a fé em cada separação dolorosa.
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Eu até tinha uma série de pensamentos em curso sobre estes temas, mas fui interrompida e agora esfuram-se, por isso fui roubar.
A malvada da vida, encarrega-se de nos tirar o tapete debaixo dos pés, de derrubar certezas e de nos esfregar na cara que somos uns fracos. O grande problema é que a viola não é a preto e branco, as coisas não são pretas ou brancas. Existe uma larga escala de cinzentos que emaranham a realidade.
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