Nada se tem passado que justifique um post, mas não resisto em registar, por razões unicamente narcisistas, o que esta semana me tem atormentado. Sinto uma urgência, tenho um desejo, um sonho. Imagino que tenho um companheiro sentimental e para a vida, que os dois vivemos numa vila ou numa pequena cidade, limpa, organizada, sem o furação da crise, numa região com uma natureza bonita, temos uma vida simples e feliz. E o gajo não é português, tal como não é o lugar onde escolhemos viver.
Pelo sim pelo não, vou pedir isto ao pai natal.
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