Eu juro que adoro os meus amigos, sem eles seria uma pessoa doente e provavelmente internada numa instituição psiquiátrica, mas quando anunciam:
- férias
- viagens
- casamentos (confesso que fiquei deveras contente e emocionada)
- namoros
- empregos "bons"
- mudanças de emprego (how dare you!)
- juntar trapos
também juro que é difícil aceitar o presente e projectar-me no futuro. É disfarçar a dor do murro no estômago, felicitar os logros, pensar que a nossa vida podia ser pior, acreditar que se viverá algo parecido e acreditar que podemos mudar.
Por outro lado, este vitimismo todo não me é confortável (mas é para isso que serve este sítio, ninguém me atura), se as coisas não me acontecem culpa tenho. Mas não sou um mau diabo, e sei que coisas muito boas me aguardam, talvez mais tarde na vida, como tem sido habitual até aos dias de hoje. Sou uma pessoa tardia.
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