Os astros têm dito repetidamente que tenho que abandonar o velho. O velho sabe bem, é seguro, cómodo, é a nossa companhia, e evita a angústia do desconhecido. Isto corroí-me porque vivo esse velho e sei que não é o melhor para mim. Tenho medo. Tento não actuar de uma forma tão radical, mas até hoje o meio termo ainda não me trouxe paz interior. Não te quero para mim, mas é giro assim, mas és só para mim. Prova do vício é pensar: hoje não dou sinais de vida (pois tá bem), não volto a combinar saídas nem a relembra-las (cabeçada na parede).
Venha de lá esse balde de água fria, outra vez. Sim, eu não aprendo, tem que acontecer sempre um acidente violento.
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