A pouca experiência amorosa e pseudo-amorosa pode ser positiva.
Vai-se acreditando no amor e que vamos conhecer alguém bom. Por muito que os injuriemos, vai-se acreditando nas pessoas e nos homens, ou pelo menos cai-se na doce canção do bandido. Não se acumulam traumas, inseguranças, medos (às vezes nem disso se escapa). As figuras do passado são poucas, o que evita situações incómodas de encontrar este ou aquele.
Claro que a experiência trás defesas que evitam que vivamos situações estranhas. Aprende-se, melhora-se e permite melhores escolhas e vivências. Consegue-se ver melhor e ter mais certezas e segurança em relação ao que se quer.
Dizem que sim, mas...
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