"A única vez que achei que a culpa do falhanço de uma relaçao era minha, não sabia o que estava a dizer, ou não sabia nem metade da história. Porque ouvir o típico “a culpa não é tua, é minha” faz-nos pensar que claramente a culpa é nossa. Passamos horas que parecem dias e semanas que parecem anos a martirizarmo-nos com pequenos ou grandes erros, esquecendo quantas vezes a casa veio abaixo e a relação não acabou. Não devia ter dito isto ou feito aquilo, se calhar o meu sucesso assustou-o (quando antes seria um atrativo), não devo ser especial o suficiente, serei magra/gorda, gira/sexy o suficiente ou demais. Ora, nenhuma novidade portanto, não é que tenha perdido qualidades, morto neurónios com estupidez, engordado 10 kilos do dia para a noite ou caído de uma árvore e batido com o focinho em todos os ramos e no chão. Eu era a mesma que antes, a mesma que ele gostava tanto, logo porquê culpar-me que o amor dele tenha acabado? Eu não enganei ninguém, não fingi ser o que não era para o malandro se mostrar depois surpreendido, com dúvidas e a fugir de mim como o diabo da cruz. A culpa não era minha, isso ficou claro passado um tempo. Se alguma coisa era dele que mudou de ideias a meio do caminho, sem pré-aviso. Mas eu bem sei que ouvir dizer que não gostam de nós, que não lhes chegamos é coisinha para nos deixar descompensadas. Mas hoje também sei que a honestidade é coisa que escasseia MAS que normalmente quando eles dizem que o problema é deles, normalmente é mesmo. E normalmente esse problema tem nome de mulher."
http://srafeiticeira.blogspot.com/
E também não esquecer que os homens jogam sempre a 2 bandas, pelo menos ...
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