E a dor de cotovelo e frustração pela felicidade do traste? E conviver com ele, com ela, com ele e com ela? E a minha amiguinha que vai para os Açores e que me vai provocar uma dor de coração e solidão? E a rotina sem interesse do trabalho? E que tal fazer novos amigos conservando os que tenho? E pessoas que me estimulem intelectualmente? E voltar a jogar? Ah, essas coisas acontecem quando menos esperas; quanto mais procurares mais difícil se torna. A mim a estratégia do não procurar, não agir, nunca resultou. Estou impaciente com tudo, estará na altura ou de me super dedicar ao trabalho (que é algo que não me preenche muito) ou iniciar algo novo (amigos, desporto, associações, de preferência algo que envolva pessoas?).
E quando o nosso cérebro entra numa espiral de pensamentos pessimistas e catastróficos: ai que eu não sei, ai que vai ser tão difícil, ai que não consigo, ai que eu não aguento, ai que vai correr tão mal, ai que me vão arrasar, ai que não estou preparada bla bla bla? Nessas ocasiões é que dava um jeitão ter alguém, ali à mão de semear, para nos apaziguar as inquietações, falando, vendo-nos ver que não é assim tão dramático, que nós somos capazes de ultrapassar estes pedragulhos de algodão ... Ora deixa cá ver o que eu tenho à mão de semear que me serene ... televisão? internet?
Bah!
Volta biscate, estás perdoado meu filho pródigo.
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